Criatividade e Viralização #NBC2010

Criatividade e Viralização #NBC2010

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O segundo dia do NBC 2010 começou com a apresentação do David Eriksson (veja entrevista aqui), Diretor Criativo da North Kingdom Design & Communication, que falou sobre inovação e liberdade criativa. Ele começou apresentando um showreel bem bacana (abaixo) e contando a história da agência. É interessante ver como a criatividade geralemente está incrustada na missão da empresa. No caso da North Kingdom, é “ser uma plataforma para o desenvolvimento individual”. Segundo David, apesar da comunicação ser uma intersecção de criatividade, tecnologia e inovação, no final, tudo se resume a contar boas histórias. O resto pode ser considerado ferramentas.  “O nosso objetivo é criar uma conexão emocional entre marcas e consumidores”.


Tudo bem. A narrativa é o mais importante. Mas não dá para negar que a tecnologia levou a interatividade do consumidor a outro nível. Esse foi outro ponto levantado por David, que utilizou o case da Vodafone Future Vision para ilustrar esse contexto. “Não há nada de novo no que as pessoas contam. O que muda com o tempo é o jeito de contar”. E pelos cases apresentados, podemos esperar muita realidade aumentada e interação visual por aí (fique ligado na palestra do James Halliburton, que vai rolar no dia 21, no ON Week). Gostei bastante da conclusão da apresentação, quando ele fez uma colocação bem interessante sobre a importância da execução no processo criativo e de colocar a teoria na prática. Parafraseando o David (que parafraseou Thomas Edison): “criatividade sem execução é alucinação”.

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Logo depois, após um momento surreal (e divertido) de imitaçõesdo apresentador do NBC2010, foi a vez do Matt Smith, diretor estratégico da The Viral Factory (veja entrevista aqui), subir ao palco. Primeira afirmação: virais bem-sucedidos podem surgir de brincadeira (como o vídeo abaixo, feito por uma galera da Viral Factory, desprentesiosamente). Sobre como pensar em campanhas virais, ele abriu com uma dica importante: “Nós pensamos editorialmente, de modo que possamos oferecer algo que tenha valor e traga entretenimento às pessoas”.

Mas além de um conteúdo bacana, como se faz o seeding de um viral? Essa foi uma pergunta do público enviada perviamente. Segundo Matt, é preciso se comunicar com os formadores de opinião e influenciadores com respeito e estratégias bem-definidas de divulgação. Embora não exista nada de errado com o conteúdo pago, é sempre importante existir um cenário de contexto.  Quando voce faz um viral, compete com todos os usuários da web, que também produzem coisas. Você conquista audiência, não compra ela. Entrentenha antes de vender”.

Conheça sua audiencia: pense de forma segmentada. A web é formada por comunidades diferentes, inseridas em contextos próprios.

Respeite sua audiência: entenda as necessidades, diferenças e preferências de seu público e não force.

Pense editorialmente: pense em virais estrategicamente, como canais geradores de conteúdo.

Simplifique: produza conteúdo que seja simples de entender, engajar e compartilhar.

ResultsON Week: 21, 22 e 23 de setembro, no Teatro Vivo, em São Paulo. Inscreva-se AQUI!



 

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