Ao mesmo tempo em que caminhamos para uma anunciada economia do conhecimento, na qual a competência central de uma empresa do século XXI está na produção do conhecimento e na construção de uma vantagem sustentável através de produtos e serviços, num encadeamento entre relacionamentos e mercados (POWELL, 2001), a universidade, uma das mais importantes fontes de conhecimento, começa a ser pressionada para que os resultados de suas pesquisas tragam para a sociedade impactos econômicos e sociais expressivos.
Portanto, idéias, conhecimento e inovação são palavras de ordem no contexto econômico global, sendo importante a compreensão de que são resultados de processos de aprendizado, interações diversas e experiências acumuladas, influenciados pelo contexto social, político e institucional existente (LASTRES & CASSIOLATO, 2000). Em países em desenvolvimento como o Brasil, este aspecto é de grande relevância, uma vez que a geração de riquezas através da inovação é um caminho para a criação de uma economia competitiva. Dessa forma, o estabelecimento de um ambiente propício à criação e perenidade de empresas inovadoras faz parte da agenda de países que almejam melhorar sua competitividade no mercado mundial.
DEITOS (2002) argumenta que “a inovação pode se dar pelo emprego de uma tecnologia totalmente nova para a empresa e para o mercado, como também pela introdução de tecnologia utilizada em outro campo de atividade, porém, nova no campo de atuação da empresa”. A inovação pode acontecer tanto no produto quanto no processo, e pode ter caráter incremental ou radical. A plena caracterização da inovação ocorre quando o produto é introduzido no mercado ou quando o processo entra em operação (IBGE, 2000).
Existe muito a se fazer no que diz respeito ao incremento das práticas inovadoras nas organizações brasileiras. Um dos caminhos é implementar o modelo da Hélice Tripla proposto por ETZKOWITZ & LEYDESDORFF (2000) no qual esferas de três agentes: universidade, empresa e governo, são superpostas e os respectivos papéis são flexíveis e dinâmicos, gerando um espiral de inovação. Mas para isso, é relevante compreender como se estabelecem relações entre universidades, empresas de base tecnológica e mecanismos públicos de apoio à tecnologia e inovação.
Que tal direcionar dissertações e teses para o tema?
Em tempo: vale conhecer a proposta do Prêmio Universidade Empreendedora do ano (EUA).
Blog: conselheirocriativo.blogspot.com
Twitter: creativeadviser









Gotaria de obter, um modelo de...
Uma Ajudinha por favor!!!! Pr...
Alguem com um email mandado po...
Parabéns é um belo site. sou e...
Meu amigo "João sidney candido...