As pessoas andam rápido em um dos principais centros
fnanceiros da América Latina, a Av. Paulista. Lá não se
contempla. O ritmo adotado
é o do anonimato, do sistemático.
Tudo que foi erguido para abrigar instituições fnanceiras
internacionais, para comportar a presença de 800 mil
passantes por dia, é tratado aqui como um cenário. E é esse
cenário que cria a luz, que mostra, que a manipula através dos
vidros de janelas, de ...
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