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	<description>Negócios inteligentes</description>
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		<title>A nova geração: a universalização da comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rápidas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><em>Por Marcos Alves*</em></p>
<p>De tempos em tempos, surgem novas tendências que, silenciosamente, vão mudando nosso mundo e definindo novos rumos para a sociedade. Primeiramente estas tendências chegam despretensiosamente, quase na escuridão, e após um tempo invadem nossos hábitos e a forma como nos relacionamos com o mundo, como se estivessem lá há anos. </p>
<p>Foi assim com os veículos automotores, que tiveram sua produção em massa iniciada “somente” no ano de 1903, e olhando nos dias de hoje parece que desde a pré história andamos de carro. Mais recentemente, quem não se lembra que no Brasil, logo ali, na década de 80, nem todo mundo tinha telefone fixo, pois as linhas eram escassas e custavam o preço de uma casa. O telefone era considerado um “artigo de luxo” ou “ferramenta de trabalho” – a palavra “celular” então, nem existia! </p>
<p>Bom, como todos sabem, a “ferramenta de trabalho” caríssima da década de 80 hoje fica “empoeirada” na estante da sala – o telefone fixo – substituída na maioria das vezes pelo celular – o qual, lembra, há 20 anos nem existia! Então, silenciosamente, passamos pelo ciclo: produto inexistente &#62; produto caro para negócios &#62; produto massivo e acessível.</p>
<p>E claro, junto com a “acessibilidade” a vários produtos novos, vêm as novas regras para garantir o bom uso e a aderência do novo recurso à vida em sociedade – horários para execução de telemarketing, locais de uso proibido do celular, classificação de spams, e por aí vai!</p>
<p>Mas nem tudo são restrições quando se trata de novas tecnologias. Desbravadores e inovadores, tanto do lado dos clientes quanto dos fornecedores, aventuram-se por um mercado novo e na esmagadora maioria das vezes colhem os frutos virgens e maduros de áreas inexploradas e lucrativas. E o mercado de novas tecnologias e área de comunicações encontra posição de destaque na criação de inovação. O grande volume de informações e as oportunidades existentes quando se juntam controle, uso inteligente e comunicação, fazem a cada dia novas empresas e negócios bilionários.</p>
<p>Nesta linha, uma tendência explosiva que segue a mesma maré que impulsionou o surgimento dos iPads, iPhones e smartphones em geral, é a migração de recursos corporativos de comunicação unificada para a nuvem. Poderosos recursos de controle, gestão de comunicação, contato multicanal e prospecção, antes disponíveis somente em centrais de atendimento de grande porte, começam a ser disponibilizados em ferramentas SaaS a serem usadas de acordo com as necessidades e tamanho do negócio. Centrais de telecomunicações de grande porte e milhões de Reais podem ser “parcialmente alugadas” pela net, colocando o poder de comunicação de uma corporação nas mãos de um indivíduo!</p>
<p>Estes recursos abrem novas perspectivas em vários campos: profissionais de vendas podem trabalhar independentemente, sublocando recursos de comunicação a custo reduzido por contra própria, ou sob a gestão de grupos consolidados. Empresas podem recrutar pessoas para atendimento de acordo com seu perfil, desconsiderando a localidade geográfica de sua residência. E recursos de controle e comunicação inacessíveis a pequenas empresas, com potencial de aumento de produtividade de até cinco vezes, podem ser considerados viáveis em um primeiro momento e indispensáveis no futuro.</p>
<p>Nos Estados Unidos, serviços de comunicação em nuvem, com ofertas em vários modelos, já são comuns há mais ou menos 1 ano. No Brasil soluções completas ainda são escassas e, embora exista forte demanda, o mercado de provedores de serviços convergentes de comunicação ainda repousa no berço esplêndido ladeado por altas tarifas e acolchoado por serviços básicos. Entretanto, desbravadores e inovadores surgem oferecendo serviços diferenciados e transformando o que antes eram serviços caros e corporativos em produtos eficientes, acessivos e baratos na&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!--S-ButtonZ 1.1.5 Start--><!--S-ButtonZ 1.1.5 End--><p style="text-align: left;" align="center"><em>Por Marcos Alves*</em></p>
<p>De tempos em tempos, surgem novas tendências que, silenciosamente, vão mudando nosso mundo e definindo novos rumos para a sociedade. Primeiramente estas tendências chegam despretensiosamente, quase na escuridão, e após um tempo invadem nossos hábitos e a forma como nos relacionamos com o mundo, como se estivessem lá há anos. </p>
<p>Foi assim com os veículos automotores, que tiveram sua produção em massa iniciada “somente” no ano de 1903, e olhando nos dias de hoje parece que desde a pré história andamos de carro. Mais recentemente, quem não se lembra que no Brasil, logo ali, na década de 80, nem todo mundo tinha telefone fixo, pois as linhas eram escassas e custavam o preço de uma casa. O telefone era considerado um “artigo de luxo” ou “ferramenta de trabalho” – a palavra “celular” então, nem existia! </p>
<p>Bom, como todos sabem, a “ferramenta de trabalho” caríssima da década de 80 hoje fica “empoeirada” na estante da sala – o telefone fixo – substituída na maioria das vezes pelo celular – o qual, lembra, há 20 anos nem existia! Então, silenciosamente, passamos pelo ciclo: produto inexistente &gt; produto caro para negócios &gt; produto massivo e acessível.</p>
<p>E claro, junto com a “acessibilidade” a vários produtos novos, vêm as novas regras para garantir o bom uso e a aderência do novo recurso à vida em sociedade – horários para execução de telemarketing, locais de uso proibido do celular, classificação de spams, e por aí vai!</p>
<p>Mas nem tudo são restrições quando se trata de novas tecnologias. Desbravadores e inovadores, tanto do lado dos clientes quanto dos fornecedores, aventuram-se por um mercado novo e na esmagadora maioria das vezes colhem os frutos virgens e maduros de áreas inexploradas e lucrativas. E o mercado de novas tecnologias e área de comunicações encontra posição de destaque na criação de inovação. O grande volume de informações e as oportunidades existentes quando se juntam controle, uso inteligente e comunicação, fazem a cada dia novas empresas e negócios bilionários.</p>
<p>Nesta linha, uma tendência explosiva que segue a mesma maré que impulsionou o surgimento dos iPads, iPhones e smartphones em geral, é a migração de recursos corporativos de comunicação unificada para a nuvem. Poderosos recursos de controle, gestão de comunicação, contato multicanal e prospecção, antes disponíveis somente em centrais de atendimento de grande porte, começam a ser disponibilizados em ferramentas SaaS a serem usadas de acordo com as necessidades e tamanho do negócio. Centrais de telecomunicações de grande porte e milhões de Reais podem ser “parcialmente alugadas” pela net, colocando o poder de comunicação de uma corporação nas mãos de um indivíduo!</p>
<p>Estes recursos abrem novas perspectivas em vários campos: profissionais de vendas podem trabalhar independentemente, sublocando recursos de comunicação a custo reduzido por contra própria, ou sob a gestão de grupos consolidados. Empresas podem recrutar pessoas para atendimento de acordo com seu perfil, desconsiderando a localidade geográfica de sua residência. E recursos de controle e comunicação inacessíveis a pequenas empresas, com potencial de aumento de produtividade de até cinco vezes, podem ser considerados viáveis em um primeiro momento e indispensáveis no futuro.</p>
<p>Nos Estados Unidos, serviços de comunicação em nuvem, com ofertas em vários modelos, já são comuns há mais ou menos 1 ano. No Brasil soluções completas ainda são escassas e, embora exista forte demanda, o mercado de provedores de serviços convergentes de comunicação ainda repousa no berço esplêndido ladeado por altas tarifas e acolchoado por serviços básicos. Entretanto, desbravadores e inovadores surgem oferecendo serviços diferenciados e transformando o que antes eram serviços caros e corporativos em produtos eficientes, acessivos e baratos na nuvem. Surgem silenciosa, com despretensiosamente, mas nos passos firmes da única coisa certa: a mudança e a evolução.</p>
<p>E como sempre, quem viver verá… e quem não se abstiver de mudar, viverá…</p>
<p>*Marcos Alves, diretor de Tecnologia da Callix, <a href="http://tr2.virtualtarget.com.br/index.dma/DmaClick?1740,3677,21784,17994,c49a57fcc66223c69c1a27eac30ee712,aHR0cDovL3d3dy5jYWxsaXhicmFzaWwuY29t,2" target="_blank">empresa brasileira especializada em soluções de comunicação em nuvem para negócios</a>.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.sxc.hu/photo/853030" target="_blank">danyul (sxc)</a></p>
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		<title>Produzir mais ou controlar?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 21:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><em>Por Davi Floriano* </em></p>
<p>Essa parece uma questão simples de ser respondida e, se fizermos essa pergunta aos executivos da indústria de manufatura brasileira, certamente a maioria responderá que o correto é produzir mais com controle. Pois é, até parece eufemismo, porém é fato que a teoria na prática funciona diferente.</p>
<p>Viajando por esses rincões do estado de São Paulo há mais de uma década, tenho conversado com executivos da indústria de manufatura, sobretudo indústrias de pequeno e médio porte, e muitos não estão satisfeitos com o método de controle, mas se deparam com uma barreira, ou melhor, criam a própria barreira, classificando como despesa e não como investimento a Gestão da Informação. Muitos não assumem isso, mas, no meu modesto modo de ver, isso é um equívoco. Na maioria dos casos, são engenheiros e administradores bem formados, da segunda ou terceira geração de industriais, lutando para perpetuar seu negócio. Portanto, a primeira parte da resposta é uma equação simples: Se tempo é dinheiro e a informação nos dias de hoje está disponível cada vez mais rápido, logo a informação ajudará a produzir mais dinheiro!</p>
<p>No entanto, quando faço a pergunta “Você tem estruturado as informações de engenharia de produtos e de processos, layout de inventário, lead time, política de planejamento e programação de produção e, sobretudo, o controle de custos operacionais?”, não me surpreendo com as respostas, mas o paradoxo felizmente está na forma de controle: alguns executivos afirmam que seus controles são eficientes, pois o melhor indicador é a taxa de crescimento anual de sua indústria, ou seja, o controle está baseado na saída de produto acabado menos a entrada de matéria-prima e despesas, tão simples assim e que não deixa de ser um método de controle, até mesmo porque eles continuam produzindo, mas a pergunta que não quer calar é: Por quanto tempo mais?</p>
<p>Outra questão relacionada com esse método de controle é: Quanto custa o desperdício e não enxergar os demais indicadores de eficiência, produtividade, quantidade de pedidos completos e entregues no prazo?.</p>
<p>Se questões desse tipo nos fazem refletir sobre a gestão de uma ou mais fábricas, parabéns! Mas prepare-se, esse é um território fértil e, quando bem explorado com recursos técnicos e metodológicos adequados, a Gestão da Informação poderá ajudá-lo a acelerar o crescimento e muito mais. Vamos tratar a seguir de algumas preocupações desse mercado: Como seria ter metas definidas e acompanhá-las durante todo o fluxo de produção e em tempo real, se as informações extraídas permitissem tomar decisões estratégicas com agilidade e segurança, de tal modo que enxergássemos quando inovar produtos, processos ou quiçá descontinuar? Outro dia fui a uma metalúrgica de médio porte próximo da capital e fiquei espantado quando vi o faturamento de uma nota fiscal no valor de quase R$ 300,00. Perguntei imediatamente: Esse cliente é estratégico? Qual o valor mínimo para faturamento? Pois é, parece básico, mas às vezes estamos tão imersos em nosso cotidiano de problemas maiores que não enxergamos esse tipo de situação.</p>
<p>Então como enxergar o que agrega valor ao processo de fato e/ou o que não agrega valor ao processo, mas é necessário? Convenhamos, se não conseguimos enxergar o macro fluxo de valor de nosso negócio, como vamos extirpar aquilo que não agrega nenhum valor ao processo? Isso é desperdício, é prejuízo!</p>
<p>Embora tudo isso esteja relacionado ao método de gestão e controle, vamos falar sobre outro tópico, a Qualidade da Informação, a qual está intimamente ligada ao sucesso de gestão e controle. Isso é importantíssimo, pois algumas empresas compram sistemas sofisticados, mas que não funcionam, por vários motivos: falha na concepção dos softwares, aderência&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!--S-ButtonZ 1.1.5 Start--><!--S-ButtonZ 1.1.5 End--><p><em>Por Davi Floriano* </em></p>
<p>Essa parece uma questão simples de ser respondida e, se fizermos essa pergunta aos executivos da indústria de manufatura brasileira, certamente a maioria responderá que o correto é produzir mais com controle. Pois é, até parece eufemismo, porém é fato que a teoria na prática funciona diferente.</p>
<p>Viajando por esses rincões do estado de São Paulo há mais de uma década, tenho conversado com executivos da indústria de manufatura, sobretudo indústrias de pequeno e médio porte, e muitos não estão satisfeitos com o método de controle, mas se deparam com uma barreira, ou melhor, criam a própria barreira, classificando como despesa e não como investimento a Gestão da Informação. Muitos não assumem isso, mas, no meu modesto modo de ver, isso é um equívoco. Na maioria dos casos, são engenheiros e administradores bem formados, da segunda ou terceira geração de industriais, lutando para perpetuar seu negócio. Portanto, a primeira parte da resposta é uma equação simples: Se tempo é dinheiro e a informação nos dias de hoje está disponível cada vez mais rápido, logo a informação ajudará a produzir mais dinheiro!</p>
<p>No entanto, quando faço a pergunta “Você tem estruturado as informações de engenharia de produtos e de processos, layout de inventário, lead time, política de planejamento e programação de produção e, sobretudo, o controle de custos operacionais?”, não me surpreendo com as respostas, mas o paradoxo felizmente está na forma de controle: alguns executivos afirmam que seus controles são eficientes, pois o melhor indicador é a taxa de crescimento anual de sua indústria, ou seja, o controle está baseado na saída de produto acabado menos a entrada de matéria-prima e despesas, tão simples assim e que não deixa de ser um método de controle, até mesmo porque eles continuam produzindo, mas a pergunta que não quer calar é: Por quanto tempo mais?</p>
<p>Outra questão relacionada com esse método de controle é: Quanto custa o desperdício e não enxergar os demais indicadores de eficiência, produtividade, quantidade de pedidos completos e entregues no prazo?.</p>
<p>Se questões desse tipo nos fazem refletir sobre a gestão de uma ou mais fábricas, parabéns! Mas prepare-se, esse é um território fértil e, quando bem explorado com recursos técnicos e metodológicos adequados, a Gestão da Informação poderá ajudá-lo a acelerar o crescimento e muito mais. Vamos tratar a seguir de algumas preocupações desse mercado: Como seria ter metas definidas e acompanhá-las durante todo o fluxo de produção e em tempo real, se as informações extraídas permitissem tomar decisões estratégicas com agilidade e segurança, de tal modo que enxergássemos quando inovar produtos, processos ou quiçá descontinuar? Outro dia fui a uma metalúrgica de médio porte próximo da capital e fiquei espantado quando vi o faturamento de uma nota fiscal no valor de quase R$ 300,00. Perguntei imediatamente: Esse cliente é estratégico? Qual o valor mínimo para faturamento? Pois é, parece básico, mas às vezes estamos tão imersos em nosso cotidiano de problemas maiores que não enxergamos esse tipo de situação.</p>
<p>Então como enxergar o que agrega valor ao processo de fato e/ou o que não agrega valor ao processo, mas é necessário? Convenhamos, se não conseguimos enxergar o macro fluxo de valor de nosso negócio, como vamos extirpar aquilo que não agrega nenhum valor ao processo? Isso é desperdício, é prejuízo!</p>
<p>Embora tudo isso esteja relacionado ao método de gestão e controle, vamos falar sobre outro tópico, a Qualidade da Informação, a qual está intimamente ligada ao sucesso de gestão e controle. Isso é importantíssimo, pois algumas empresas compram sistemas sofisticados, mas que não funcionam, por vários motivos: falha na concepção dos softwares, aderência ao tipo de negócio, com necessidade de muitas adaptações, integração, tecnologia e por aí afora, ou então que funcionam na emissão da nota dos R$ 300,00.</p>
<p>Eu tive um grande mentor que dizia que o medo de vencer leva à derrota. Essa é uma máxima que se aplica muito bem a esses casos, pois muitos executivos tomaram decisões no passado por falta de opção ou conhecimento e investiram em softwares caros de gestão pela grife ou na promessa de solução de todos os seus problemas, mas continuam convivendo com eles.</p>
<p>Olhando por outro prisma, se a informação estiver adequadamente estruturada, com flexibilidade e desempenho, a manipulação e sua extração, tudo será fornecido com qualidade, segurança, agilidade, no formato de indicadores, que são importantes ferramentas, aliado e apoiando as decisões estratégicas e permitindo assim padronizar, otimizar e acelerar os processos, melhorando a utilização da capacidade de ativos e eliminando todos os seus desperdícios, inclusive os de falta de gestão e controle.</p>
<p>Se a sua empresa já pratica tudo isso, parabéns! Você faz parte de um seleto grupo de executivos de sucesso, está preparado para competir em outros mercados e, consequentemente, vem aumentando sua vantagem competitiva e sua visibilidade profissional. No entanto, em outro extremo, e por que não dizer na contramão do mercado, se você permanece vinculado aos métodos tradicionais de gestão, prepare-se para se transformar em um distribuidor de produtos importados e sujeitar-se às novas regras. Ou então corra e reveja seus recursos e investimentos!</p>
<p><em>*Davi Floriano é Diretor de Vendas &amp; Marketing da Fotini, </em>representante da Glovia Internacional, subsidiária da Fujitsu, na América Latina.</p>
<p><em>Imagem: <a href="http://www.sxc.hu/photo/906919" target="_blank">edududas (sxc)</a></em></p>
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		<title>&#8220;Marketing is dead&#8221; says Saatchi &amp; Saatchi CEO</title>
		<link>http://resultson.com.br/blog/marketing-is-dead-says-saatchi-saatchi-ceo/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rápidas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>(by Richard Draycott)</p>
<p>The chief executive of one of the world’s largest marketing groups has today declared that marketing and strategy are dead.</p>
<p>Addressing an audience of senior business leaders at The IoD’s Annual Convention taking place at London’s 02 earlier today, Kevin Roberts, CEO of Saatchi &#38; Saatchi Worldwide, claimed that in today’s crazy world strategy is dead, the big idea is dead, management is dead and marketing, as we know, is also dead.</p>
<p>During his colourful presentation, which followed on from a speech from Deputy Prime Minister Nick Clegg, Roberts said: “I am a radical optimist, I don’t buy into all this recession talk. I do not think we are in a recessionary environment, but we do have too many recessionary leaders. To win today we all need to power things up and speed things up.</p>
<p><a href="http://www.thedrum.co.uk/news/2012/04/25/marketing-dead-says-saatchi-saatchi-ceo" target="_blank"><em>As published on The Drum &#8211; click to read full story.</em></a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<!--S-ButtonZ 1.1.5 Start--><!--S-ButtonZ 1.1.5 End--><p>(by Richard Draycott)</p>
<p>The chief executive of one of the world’s largest marketing groups has today declared that marketing and strategy are dead.</p>
<p>Addressing an audience of senior business leaders at The IoD’s Annual Convention taking place at London’s 02 earlier today, Kevin Roberts, CEO of Saatchi &amp; Saatchi Worldwide, claimed that in today’s crazy world strategy is dead, the big idea is dead, management is dead and marketing, as we know, is also dead.</p>
<p>During his colourful presentation, which followed on from a speech from Deputy Prime Minister Nick Clegg, Roberts said: “I am a radical optimist, I don’t buy into all this recession talk. I do not think we are in a recessionary environment, but we do have too many recessionary leaders. To win today we all need to power things up and speed things up.</p>
<p><a href="http://www.thedrum.co.uk/news/2012/04/25/marketing-dead-says-saatchi-saatchi-ceo" target="_blank"><em>As published on The Drum &#8211; click to read full story.</em></a></p>
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		<item>
		<title>Lynda.com Hit $70M In Revenue Without Investors</title>
		<link>http://resultson.com.br/blog/smart-education-how-lynda-com-hit-70m-in-revenue-without-a-penny-from-investors/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 01:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivas]]></category>
		<category><![CDATA[Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As Ned Flanders would say, education in the U.S. is in “a dilly of a pickle.” At the risk of sounding like a broken record, the cost of education has become unsustainable. Student loan debt is <a href="http://www.cbsnews.com/8301-504343_162-57409131/could-$1t-student-loan-debt-derail-u.s-recovery/">over $1 trillion</a>, unemployment remains high for the recently graduated, and non-traditional students — older people, single mothers, workers looking to re-train — are returning to academia and learning programs in droves, putting even more competitive pressure on already-scant on-site resources. Higher ed institutions struggle with the cost of expanding to meet demand. Yale, for example, recently decided to add 250 students to its incoming class, which came with a price tag of a quarter of a billion dollars.</p>
<p>Luckily, a number of startups are tackling the problem, which, along with the maturation of online content distribution, are helping to lower the cost of both higher, primary, and continuing education — both making it easier for teachers to do what they do best as well as transforming learning into something that’s more engaging and personalized for students. Startups like Khan Academy, 2tor, ShowMe, Udemy, Udacity, Grockit, Coursera, and StraighterLine are all beginning to show how easy it is to flip the educational process – in other words, to use video and advanced web platforms to make learning more affordable and effective.</p>
<p>&#160;</p>
<p>As <a href="http://techcrunch.com/2012/05/03/lynda-70m/" target="_blank">published on TechCrunch &#8211; click to read more</a>.</p>
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<p>Luckily, a number of startups are tackling the problem, which, along with the maturation of online content distribution, are helping to lower the cost of both higher, primary, and continuing education — both making it easier for teachers to do what they do best as well as transforming learning into something that’s more engaging and personalized for students. Startups like Khan Academy, 2tor, ShowMe, Udemy, Udacity, Grockit, Coursera, and StraighterLine are all beginning to show how easy it is to flip the educational process – in other words, to use video and advanced web platforms to make learning more affordable and effective.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As <a href="http://techcrunch.com/2012/05/03/lynda-70m/" target="_blank">published on TechCrunch &#8211; click to read more</a>.</p>
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		<title>Geração Y, um desabafo</title>
		<link>http://resultson.com.br/blog/geracao-y-um-desabafo/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 15:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bob Wollheim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exclusivas]]></category>
		<category><![CDATA[Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[decisões]]></category>
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		<category><![CDATA[geração y]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Estou cansado da visão preconceituosa e preconcebida que muitos &#8220;mais velhos&#8221; estão fazendo sobre os jovens de hoje, os chamados Geração Y.</p>
<p>Li Machado de Assis obrigado e achei uma merda. Jantava e assistia novela com a família como parte dos meus deveres de filho, não por opção. Aprendi a dizer obrigado, Sr., Sra., ou seja, a manifestar respeito o que não significa o mesmo que sentir respeito. Aprendi uma história brasileira (falsa) que tinha sido montada pelos militares! Minhas opções profissionais eram funcionais (ofícios) e não baseadas em talentos. E fui criado para ser alguém na vida e não ser feliz na vida!</p>
<p>Achar que isso é melhor, mais profundo, mais bacana ou mais qualquer coisa do que os jovens de hoje é de uma prepotência sem tamanho!</p>
<p>Não aceito também o lado oposto de achar que os jovens hoje são melhores. Eles são diferentes, muitas coisas melhores, outras nem tanto e algumas piores. Só isso.</p>
<p>A Geração Y é a geração da opção. Cresceram com todas as opções de vida abertas a eles. Querem ser felizes. Sentem que o planeta precisa de ajuda. Gostam da coisa coletiva e têm a web que lhes abre o mundo.</p>
<p>Vai dizer que tudo isso não é incrível? É!</p>
<p>Obviamente tem o outro lado: ter todas as opções pode significar nunca escolher nenhuma. Sofrer pelo planeta pode significar uma desconexão com o mundo industrial moderno e com o trabalho. Ter o mundo a seus pés na web pode gerar uma enorme dispersão. Não encontrar significado nas coisas do dia-a-dia do mundo pode gerar jovens perdidos.</p>
<p>Trabalho com e para jovens e, apesar dos desafios que menciono, sou um otimista e acho que a soma das coisas positivas da Geração Y é muito maior do que a soma das negativas e que &#8211; se a gente deixar &#8211; essa Geração Y pode construir um mundo muito melhor do que nós (os respeitosos, os profundos, os pensadores, os leitores de jornal, etc. etc. SIC, SIC, SIC, SIC) construímos.</p>
<p>A ver.</p>
<div style="float: left; width: 170px; padding-right: 10px; margin: 20px 10px 0 0;">
		
		
		
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<p>Li Machado de Assis obrigado e achei uma merda. Jantava e assistia novela com a família como parte dos meus deveres de filho, não por opção. Aprendi a dizer obrigado, Sr., Sra., ou seja, a manifestar respeito o que não significa o mesmo que sentir respeito. Aprendi uma história brasileira (falsa) que tinha sido montada pelos militares! Minhas opções profissionais eram funcionais (ofícios) e não baseadas em talentos. E fui criado para ser alguém na vida e não ser feliz na vida!</p>
<p>Achar que isso é melhor, mais profundo, mais bacana ou mais qualquer coisa do que os jovens de hoje é de uma prepotência sem tamanho!</p>
<p>Não aceito também o lado oposto de achar que os jovens hoje são melhores. Eles são diferentes, muitas coisas melhores, outras nem tanto e algumas piores. Só isso.</p>
<p>A Geração Y é a geração da opção. Cresceram com todas as opções de vida abertas a eles. Querem ser felizes. Sentem que o planeta precisa de ajuda. Gostam da coisa coletiva e têm a web que lhes abre o mundo.</p>
<p>Vai dizer que tudo isso não é incrível? É!</p>
<p>Obviamente tem o outro lado: ter todas as opções pode significar nunca escolher nenhuma. Sofrer pelo planeta pode significar uma desconexão com o mundo industrial moderno e com o trabalho. Ter o mundo a seus pés na web pode gerar uma enorme dispersão. Não encontrar significado nas coisas do dia-a-dia do mundo pode gerar jovens perdidos.</p>
<p>Trabalho com e para jovens e, apesar dos desafios que menciono, sou um otimista e acho que a soma das coisas positivas da Geração Y é muito maior do que a soma das negativas e que &#8211; se a gente deixar &#8211; essa Geração Y pode construir um mundo muito melhor do que nós (os respeitosos, os profundos, os pensadores, os leitores de jornal, etc. etc. SIC, SIC, SIC, SIC) construímos.</p>
<p>A ver.</p>
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		<title>A importância do tratamento e enriquecimento das informações</title>
		<link>http://resultson.com.br/blog/a-importancia-do-tratamento-e-enriquecimento-das-informacoes/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 15:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Remus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rápidas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><em>Texto: Diego Martins*</em><br />
<em>Imagem: <a href="http://www.sxc.hu/photo/1220656" target="_blank">porah (sxc)</a></em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Em 2011, a demanda de serviços de tratamento e enriquecimento de bases teve um crescimento de 41%. Ou seja, esse número só retifica que o cenário das ações de marketing é cada vez mais crescente no país e, com isso, a demanda de informações precisas é fundamental para a obtenção de um bom retorno nas campanhas desenvolvidas e consequentemente ampliação e sustentação dos negócios. Um fator de grande relevância neste setor é a acuracidade da informação, a partir da criação de listas de contatos e do devido tratamento da base de dados.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Os clientes estão optando pelo tratamento e enriquecimento de base para aprimorar as informações presentes na sua carteira de clientes e trabalhá-la de melhor forma, do que prospectar novos clientes. É importante ressaltar que este movimento é visto tanto para a parte de marketing quando para a parte de crédito.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Porém, é necessário acentuar que o mercado de marketing services ainda precisa amadurecer. As empresas devem passar a cuidar do seu principal ativo e buscar a excelência na qualidade de suas informações, para então conhecer melhor o público alvo com que se está trabalhando. Além disso, o conceito de inteligência de informação chega ao mercado para promover a possibilidade de entender ainda melhor o cliente, usando mais informações, como renda presumida, faixa etária, renda restritiva e uma série de dados específicos que possibilitem tanto a segmentação, como a ampliação de canais de contato, obtendo o aumento de ofertas e a geração de novas receitas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Dessa maneira, será possível conhecer e entrar na cultura do cliente comunicando-se com ele de forma dirigida e assertiva, gerando uma lista cada vez mais especializada. O mercado está saindo da vala comum da busca de informações e, inclusive, com as redes sociais, a tendência é que as informações tornem-se cada vez mais comportamentais.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Ou seja, reunindo todos os pontos acima, é preciso que a empresa, primeiramente, trabalhe a própria base de clientes, construa uma base coesa, com o maior número de informações possível para conhecer melhor o cliente. É fundamental fazer tratamento e enriquecimento da base, trabalhar os clientes inativos, entender melhor a saída dele. É importante manter essa atualização e fazer ofertas adequadas. A partir daí, é possível fazer uma análise de similaridade e buscar prospects que tenham costumes parecidos com sua base, e acrescentar cada vez mais prospects.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Por fim, uma dica importante é que o cliente utilize todos os meios de comunicação, para fazer o reforço da marca, seja por e-mail marketing, mala direta ou telemarketing. Ações casadas são extremamente importantes para o ROI. Mas claro, é preciso sempre estar atento às boas práticas, uma vez que preservar a marca é sempre&#8230; fundamental.</p>
<p>&#160;</p>
<p><em>*Diego Martins é Diretor Comercial da ZipCode, uma das principais empresas especializadas em marketing direto.<br />
</em><em><br />
</em></p>
<p>&#160;</p>
<div style="float: left; width: 170px; padding-right: 10px; margin: 20px 10px 0 0;">
		
		
		
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			<content:encoded><![CDATA[<!--S-ButtonZ 1.1.5 Start--><!--S-ButtonZ 1.1.5 End--><p><em>Texto: Diego Martins*</em><br />
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<p><strong> </strong></p>
<p>Em 2011, a demanda de serviços de tratamento e enriquecimento de bases teve um crescimento de 41%. Ou seja, esse número só retifica que o cenário das ações de marketing é cada vez mais crescente no país e, com isso, a demanda de informações precisas é fundamental para a obtenção de um bom retorno nas campanhas desenvolvidas e consequentemente ampliação e sustentação dos negócios. Um fator de grande relevância neste setor é a acuracidade da informação, a partir da criação de listas de contatos e do devido tratamento da base de dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os clientes estão optando pelo tratamento e enriquecimento de base para aprimorar as informações presentes na sua carteira de clientes e trabalhá-la de melhor forma, do que prospectar novos clientes. É importante ressaltar que este movimento é visto tanto para a parte de marketing quando para a parte de crédito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém, é necessário acentuar que o mercado de marketing services ainda precisa amadurecer. As empresas devem passar a cuidar do seu principal ativo e buscar a excelência na qualidade de suas informações, para então conhecer melhor o público alvo com que se está trabalhando. Além disso, o conceito de inteligência de informação chega ao mercado para promover a possibilidade de entender ainda melhor o cliente, usando mais informações, como renda presumida, faixa etária, renda restritiva e uma série de dados específicos que possibilitem tanto a segmentação, como a ampliação de canais de contato, obtendo o aumento de ofertas e a geração de novas receitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dessa maneira, será possível conhecer e entrar na cultura do cliente comunicando-se com ele de forma dirigida e assertiva, gerando uma lista cada vez mais especializada. O mercado está saindo da vala comum da busca de informações e, inclusive, com as redes sociais, a tendência é que as informações tornem-se cada vez mais comportamentais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou seja, reunindo todos os pontos acima, é preciso que a empresa, primeiramente, trabalhe a própria base de clientes, construa uma base coesa, com o maior número de informações possível para conhecer melhor o cliente. É fundamental fazer tratamento e enriquecimento da base, trabalhar os clientes inativos, entender melhor a saída dele. É importante manter essa atualização e fazer ofertas adequadas. A partir daí, é possível fazer uma análise de similaridade e buscar prospects que tenham costumes parecidos com sua base, e acrescentar cada vez mais prospects.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, uma dica importante é que o cliente utilize todos os meios de comunicação, para fazer o reforço da marca, seja por e-mail marketing, mala direta ou telemarketing. Ações casadas são extremamente importantes para o ROI. Mas claro, é preciso sempre estar atento às boas práticas, uma vez que preservar a marca é sempre&#8230; fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Diego Martins é Diretor Comercial da ZipCode, uma das principais empresas especializadas em marketing direto.<br />
</em><em><br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ainda o ROI: 4 dicas para melhorar os resultados de sua campanha on-line</title>
		<link>http://resultson.com.br/blog/ainda-o-roi-5-dicas-para-melhorar-os-resultados-de-sua-campanha-on-line/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 20:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rápidas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>*Por: </strong><em>Juliano Marcílio<br />
</em><em>Imagem: <a href="http://www.sxc.hu/photo/1198416" target="_blank">ilco (SXC)</a></em></p>
<p>A internet consagrou-se como uma plataforma eficaz de comercialização e promoção de produtos. Apenas no Brasil, o varejo eletrônico deve movimentar R$ 20 bilhões em 2011, segundo a e-bit, e a internet deve concentrar aproximadamente 10% do volume investido em publicidade, segundo o IAB. Ações de marketing online, portanto, são um alicerce fundamental das companhias para alavancar as vendas e consolidar a presença das marcas na internet. Entretanto, cada centavo investido em campanhas de e-mail marketing ou outras iniciativas precisa render ao máximo. Em tempos de oferta sempre superior à demanda, não se pode deixar de surpreender o consumidor com aquele “algo a mais” que tantos desejam, mas poucos conseguem efetivamente oferecer. Como potencializar o desempenho e, consequentemente, melhorar o ROI das campanhas online? Eis uma pergunta que não comporta uma resposta única ou fechada. No entanto, observar alguns aspectos pode ajudar, e muito, na obtenção de melhores resultados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1.       </strong><strong>Diversificação – </strong>Não há um ambiente mais propício que a internet para diversificar, ir além do trivial e apostar em novos produtos e novas formas de interagir com o público-alvo. Portanto, está na hora de “alongar a cauda” e aumentar a variedade de produtos e serviços oferecidos, para multiplicar as chances de sucesso de cada ação. Nada de concentrar todos os esforços somente em um produto ou canal de comunicação com o consumidor.  <strong></strong></p>
<p><strong>2.       </strong><strong>Cross-Selling e Up-Selling – </strong>Quem comprou um, pode comprar dois. Ações de Cross-Selling e Up-Selling estreitam o vínculo com a base de consumidores, aumentam a visibilidade dos produtos oferecidos e trazem mais conveniência ao cliente, pois permitem oferecer o que talvez nem ele mesmo imaginasse precisar.<strong></strong></p>
<p><strong>3.       </strong><strong>Agradeça e incentive – </strong>Quando o assunto são as ações de e-mail marketing, nada mais importante do que reforçar o apreço de sua empresa pelos usuários que, voluntariamente, optaram por receber as mensagens que ela envia. Para os novos usuários, apostar na “thank you strategy” e oferecer um agrado logo após o cadastramento ajuda a sedimentar o vínculo. O mesmo se aplica à base de cadastros ativos, que também precisa ser contemplada com ofertas especiais, descontos e conteúdos exclusivos permanentemente. E por que não voltar as atenções para quem (aparentemente) não está mais com sua empresa? Os incentivos podem ser uma forma eficaz de reativar contatos inativos ou, no caso dos serviços de e-commerce, recuperar os carrinhos de quem desistiu da compra.</p>
<p><strong>4.       </strong><strong>Impulsionar o “call to action” – </strong>Quanto mais ação, mais reação, ou seja: mais compras, mais vendas, mais resultados. Portanto, seja no site, seja nas mensagens de e-mail marketing, é importante estimular o “call to action”, por meio de imagens, links ou outros mecanismos que incentivem a interação e o maior número de cliques por parte do usuário.<strong></strong>Veja o que agrada ao seu público-alvo e não economize na criatividade.</p>
<p><em>*Juliano Marcílio</em><em> é Presidente da unidade de Marketing Services da Experian e da Serasa Experian para a América Latina</em></p>
<div style="float: left; width: 170px; padding-right: 10px; margin: 20px 10px 0 0;">
		
		
		
		 </div><div style="clear:both;">&#160;</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!--S-ButtonZ 1.1.5 Start--><!--S-ButtonZ 1.1.5 End--><p><strong>*Por: </strong><em>Juliano Marcílio<br />
</em><em>Imagem: <a href="http://www.sxc.hu/photo/1198416" target="_blank">ilco (SXC)</a></em></p>
<p>A internet consagrou-se como uma plataforma eficaz de comercialização e promoção de produtos. Apenas no Brasil, o varejo eletrônico deve movimentar R$ 20 bilhões em 2011, segundo a e-bit, e a internet deve concentrar aproximadamente 10% do volume investido em publicidade, segundo o IAB. Ações de marketing online, portanto, são um alicerce fundamental das companhias para alavancar as vendas e consolidar a presença das marcas na internet. Entretanto, cada centavo investido em campanhas de e-mail marketing ou outras iniciativas precisa render ao máximo. Em tempos de oferta sempre superior à demanda, não se pode deixar de surpreender o consumidor com aquele “algo a mais” que tantos desejam, mas poucos conseguem efetivamente oferecer. Como potencializar o desempenho e, consequentemente, melhorar o ROI das campanhas online? Eis uma pergunta que não comporta uma resposta única ou fechada. No entanto, observar alguns aspectos pode ajudar, e muito, na obtenção de melhores resultados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1.       </strong><strong>Diversificação – </strong>Não há um ambiente mais propício que a internet para diversificar, ir além do trivial e apostar em novos produtos e novas formas de interagir com o público-alvo. Portanto, está na hora de “alongar a cauda” e aumentar a variedade de produtos e serviços oferecidos, para multiplicar as chances de sucesso de cada ação. Nada de concentrar todos os esforços somente em um produto ou canal de comunicação com o consumidor.  <strong></strong></p>
<p><strong>2.       </strong><strong>Cross-Selling e Up-Selling – </strong>Quem comprou um, pode comprar dois. Ações de Cross-Selling e Up-Selling estreitam o vínculo com a base de consumidores, aumentam a visibilidade dos produtos oferecidos e trazem mais conveniência ao cliente, pois permitem oferecer o que talvez nem ele mesmo imaginasse precisar.<strong></strong></p>
<p><strong>3.       </strong><strong>Agradeça e incentive – </strong>Quando o assunto são as ações de e-mail marketing, nada mais importante do que reforçar o apreço de sua empresa pelos usuários que, voluntariamente, optaram por receber as mensagens que ela envia. Para os novos usuários, apostar na “thank you strategy” e oferecer um agrado logo após o cadastramento ajuda a sedimentar o vínculo. O mesmo se aplica à base de cadastros ativos, que também precisa ser contemplada com ofertas especiais, descontos e conteúdos exclusivos permanentemente. E por que não voltar as atenções para quem (aparentemente) não está mais com sua empresa? Os incentivos podem ser uma forma eficaz de reativar contatos inativos ou, no caso dos serviços de e-commerce, recuperar os carrinhos de quem desistiu da compra.</p>
<p><strong>4.       </strong><strong>Impulsionar o “call to action” – </strong>Quanto mais ação, mais reação, ou seja: mais compras, mais vendas, mais resultados. Portanto, seja no site, seja nas mensagens de e-mail marketing, é importante estimular o “call to action”, por meio de imagens, links ou outros mecanismos que incentivem a interação e o maior número de cliques por parte do usuário.<strong></strong>Veja o que agrada ao seu público-alvo e não economize na criatividade.</p>
<p><em>*Juliano Marcílio</em><em> é Presidente da unidade de Marketing Services da Experian e da Serasa Experian para a América Latina</em></p>
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		<title>‘I Want to Help Brazil, But Brazil Cannot Help Me Now’</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 19:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rápidas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Three years ago I started on a forty-week journey through a dozen emerging markets, seeking the best entrepreneurs the world had never heard of. I found plenty, and several of my favorites were in Brazil.</p>
<p>At the time, I was stunned that almost no one from Silicon Valley was investing in Brazil. There was huge interest in China and India and some bubbling interest in Russia, but almost no one was looking at the other BRIC.</p>
<p>While the overall growth rate of Brazil hasn’t been as high as China, India or Russia, the country’s infrastructure is also more developed. Not to say investing in any emerging market is easy, but given the advantages in time zone and relative cultural similarities, the total lack of interest in Brazil seemed puzzling.</p>
<p><em>(Read <a href="http://pandodaily.com/2012/04/16/moving-to-the-valley-i-want-to-help-brazil-but-brazil-cannot-help-me-now/" target="_blank">complete story on PandoDaily</a>)</em></p>
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<p>At the time, I was stunned that almost no one from Silicon Valley was investing in Brazil. There was huge interest in China and India and some bubbling interest in Russia, but almost no one was looking at the other BRIC.</p>
<p>While the overall growth rate of Brazil hasn’t been as high as China, India or Russia, the country’s infrastructure is also more developed. Not to say investing in any emerging market is easy, but given the advantages in time zone and relative cultural similarities, the total lack of interest in Brazil seemed puzzling.</p>
<p><em>(Read <a href="http://pandodaily.com/2012/04/16/moving-to-the-valley-i-want-to-help-brazil-but-brazil-cannot-help-me-now/" target="_blank">complete story on PandoDaily</a>)</em></p>
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		<item>
		<title>Conteúdo, tecnologia e a viralização de vídeos na internet</title>
		<link>http://resultson.com.br/blog/conteudo-tecnologia-e-a-viralizacao-de-videos-na-internet/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 22:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Remus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right"><em>Texto: Pedro Filizzola, evangelista da cultura da <a href="http://www.sambatech.com/" target="_blank">Samba Tech</a>.<br />
</em><em>Foto: <a href="http://www.sxc.hu/photo/953788" target="_blank">hberends (sxc)</a></em></p>
<p style="text-align: left;">Desde os anos 90, com a explosão da bolha das empresas “pontocom” nos EUA – que lidavam com internet e queimaram muito dinheiro – a tecnologia começou a ser olhada com outros olhos, fazendo cada vez mais parte da nossa vida: pessoas comuns.</p>
<p>Fato é que a tecnologia nasceu para facilitar nossas atividades no dia a dia. Quando estreitamos o foco para a internet, mesmo sem entender muito como funciona, sabemos que ela desempenha um papel fundamental quando, por exemplo, conseguimos disponibilizar um vídeo para nossos amigos assistirem.</p>
<p>Falando em vídeos online, segundo a comScore, o Brasil conta com 83% da população online assistindo a esse tipo de mídia. Dados da Cisco ainda mostram que em 2012 eles serão responsáveis por mais de 50 % do tráfego de Internet. Argumentos suficientes para mostrar que, querendo ou não, os vídeos vão “suportar” a internet num futuro muito próximo.</p>
<p>Chovendo no molhado e indo além dessas informações acima, os vídeos são mais ricos, têm modelos de monetização mais altos que as mídias de display e um grande diferencial: o usuário já deu o “play”, ou seja, você já conseguiu prendê-lo junto a seu conteúdo. Produtores de já entenderam essa tendência e estão cada vez mais apostando no audiovisual em sua estratégia de comunicação.</p>
<p>É nesse contexto que para auxiliar a escalar e aumentar a audiência dos vídeos, a tecnologia desempenha um papel importante, potencializando a viralização do conteúdo produzido.</p>
<p>Só que antes de falar da tecnologia, é necessário falar do vídeo em si pelo simples fato de que se você não tem um conteúdo interessante, não existe tecnologia no mundo que vai fazê-lo ser um sucesso. No cenário digital &#8211; e aí falando de uma maneira mais ampla &#8211; é importante definir com clareza a abordagem que se vai tratar, ou seja, ter uma estratégia bem definida. No caso dos vídeos, os produtores têm que pensar no público alvo, tema, roteiro, edição, finalização, enfim, em tudo que compõe a mídia e o ambiente que ela está inserida.</p>
<p>Se formos pegar um exemplo não tem como fugir do mais recente fenômeno <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y4MnpzG5Sqc">Kony 2012</a>. Sem entrar na polêmica se o tema é certo ou errado, não podemos ignorar que o vídeo foi o viral mais rápido da história – 100 milhões de views em 6 dias. O que ele fez pra conseguir isso? Seguiu à risca uma “receita de bolo” para tornar um vídeo viral: (a) É uma causa que intriga as pessoas e é pouco comum – não vemos todo dia uma campanha para tornar um terrorista famoso; (b) Houve uma participação maciça dos internautas em geral – compartilhando, criando paródias, comentando; (c) Teve o envolvimento de formadores de opinião e celebridades – quando você tem uma Oprah e Justin Bieber abraçando a causa, a repercussão é muito maior.</p>
<p>Agora que o vídeo foi produzido, a tecnologia, dentro do cenário digital e de compartilhamento, se torna muito importante no sentido de se tornar um meio que facilite a viralização. Para isso, temos dois momentos: quando o vídeo é publicado e quando ele é consumido.</p>
<p>O que é importante quando falamos de um vídeo viral? Que ele esteja no maior número de lugares possível. Por isso é importante que ele ganhe alcance no momento que ele é publicado, sendo distribuído para qualquer aparelho conectado à internet: smartphones, tablets, consoles de video-game e Connected TVs. A tecnologia entra justamente nesse momento, fazendo com que o vídeo seja transformado para os formatos que vão&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!--S-ButtonZ 1.1.5 Start--><!--S-ButtonZ 1.1.5 End--><p style="text-align: left;" align="right"><em>Texto: Pedro Filizzola, evangelista da cultura da <a href="http://www.sambatech.com/" target="_blank">Samba Tech</a>.<br />
</em><em>Foto: <a href="http://www.sxc.hu/photo/953788" target="_blank">hberends (sxc)</a></em></p>
<p style="text-align: left;">Desde os anos 90, com a explosão da bolha das empresas “pontocom” nos EUA – que lidavam com internet e queimaram muito dinheiro – a tecnologia começou a ser olhada com outros olhos, fazendo cada vez mais parte da nossa vida: pessoas comuns.</p>
<p>Fato é que a tecnologia nasceu para facilitar nossas atividades no dia a dia. Quando estreitamos o foco para a internet, mesmo sem entender muito como funciona, sabemos que ela desempenha um papel fundamental quando, por exemplo, conseguimos disponibilizar um vídeo para nossos amigos assistirem.</p>
<p>Falando em vídeos online, segundo a comScore, o Brasil conta com 83% da população online assistindo a esse tipo de mídia. Dados da Cisco ainda mostram que em 2012 eles serão responsáveis por mais de 50 % do tráfego de Internet. Argumentos suficientes para mostrar que, querendo ou não, os vídeos vão “suportar” a internet num futuro muito próximo.</p>
<p>Chovendo no molhado e indo além dessas informações acima, os vídeos são mais ricos, têm modelos de monetização mais altos que as mídias de display e um grande diferencial: o usuário já deu o “play”, ou seja, você já conseguiu prendê-lo junto a seu conteúdo. Produtores de já entenderam essa tendência e estão cada vez mais apostando no audiovisual em sua estratégia de comunicação.</p>
<p>É nesse contexto que para auxiliar a escalar e aumentar a audiência dos vídeos, a tecnologia desempenha um papel importante, potencializando a viralização do conteúdo produzido.</p>
<p>Só que antes de falar da tecnologia, é necessário falar do vídeo em si pelo simples fato de que se você não tem um conteúdo interessante, não existe tecnologia no mundo que vai fazê-lo ser um sucesso. No cenário digital &#8211; e aí falando de uma maneira mais ampla &#8211; é importante definir com clareza a abordagem que se vai tratar, ou seja, ter uma estratégia bem definida. No caso dos vídeos, os produtores têm que pensar no público alvo, tema, roteiro, edição, finalização, enfim, em tudo que compõe a mídia e o ambiente que ela está inserida.</p>
<p>Se formos pegar um exemplo não tem como fugir do mais recente fenômeno <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y4MnpzG5Sqc">Kony 2012</a>. Sem entrar na polêmica se o tema é certo ou errado, não podemos ignorar que o vídeo foi o viral mais rápido da história – 100 milhões de views em 6 dias. O que ele fez pra conseguir isso? Seguiu à risca uma “receita de bolo” para tornar um vídeo viral: (a) É uma causa que intriga as pessoas e é pouco comum – não vemos todo dia uma campanha para tornar um terrorista famoso; (b) Houve uma participação maciça dos internautas em geral – compartilhando, criando paródias, comentando; (c) Teve o envolvimento de formadores de opinião e celebridades – quando você tem uma Oprah e Justin Bieber abraçando a causa, a repercussão é muito maior.</p>
<p>Agora que o vídeo foi produzido, a tecnologia, dentro do cenário digital e de compartilhamento, se torna muito importante no sentido de se tornar um meio que facilite a viralização. Para isso, temos dois momentos: quando o vídeo é publicado e quando ele é consumido.</p>
<p>O que é importante quando falamos de um vídeo viral? Que ele esteja no maior número de lugares possível. Por isso é importante que ele ganhe alcance no momento que ele é publicado, sendo distribuído para qualquer aparelho conectado à internet: smartphones, tablets, consoles de video-game e Connected TVs. A tecnologia entra justamente nesse momento, fazendo com que o vídeo seja transformado para os formatos que vão tocar na tela daquele device.</p>
<p>Depois de distribuído na internet, a tecnologia precisa facilitar o compartilhamento. Quantas vezes ficamos com preguiça de compartilhar um conteúdo interessante simplesmente porque não tem um botão ali para isso? Ponto para a tecnologia que, a partir da integração com redes sociais e sites de compartilhamento de vídeos, conseguem por meio de ícones e botões de <em>social-sharing</em> facilitar a vida do usuário na hora de mostrar para um amigo o vídeo interessante que você assistiu.</p>
<p>Dessa forma, com esse tripé conteúdo, alcance e facilidade de compartilhamento, temos um cenário propício para a viralização dos vídeos – e isso pode contribuir muito para mobilização social.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Social Media Day vem com tema &#8220;Não seja conduzido, conduza&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 22:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Remus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rápidas]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A MobMob (<a href="http://www.mobmob.com.br" target="_blank">www.mobmob.com.br</a>), startup focada em professional networking, anuncia a terceira edição do <a href="http://www.mobmob.com.br/?page_id=691" target="_blank">Social Media Day São Paulo</a>, que acontecerá no dia 30 de junho, no Expo Center Norte, com o tema “Não seja conduzido, conduza”. As vendas de ingressos já estão disponíveis no site da empresa e custam a partir de R$ 99,00. O evento idealizado pelo blog norte-americano Mashable será realizado, simultaneamente, em mais de 90 países e em mais de 1.4 mil cidades diferentes, números que posicionam o Social Media Day como maior evento mundial de mídias sociais.</p>
<p>“O Social Media Day São Paulo tem a missão de contribuir para o amadurecimento do mercado nacional de mídias sociais, marketing digital e mobile. Além de conhecer as tendências do setor, quem comparecer ao evento sairá de lá com a cabeça cheia de novas ideias e poderá trocar experiências com profissionais que ditam as tendências do setor. O foco do evento está no uso das mídias sociais, digitais e mobile para gerar resultados tangíveis para as empresas”, comenta Anderson Criativo, sócio-fundador da MobMob.</p>
<p>Realizado pela MobMob desde 2010, o Social Media Day São Paulo teve a maior edição em número de participantes de todo o mundo em 2011. Até o momento os organizadores já confirmaram os primeiros palestrantes da edição 2012, entre eles profissionais renomados como Fabiano Coura, Diretor de Planejamento da R/GA; Andre Matarazzo, Chief Creative Officer da Possible Worldwide São Paulo e Ignácio García, Coordenador das Redes Colaborativas do Fórum de Inovação da FGV/EAESP. A apresentação do evento ficará por conta de Rafael Losso, ex-VJ da MTV e atual Country Manager do Livestream no Brasil.</p>
<p>O tema da edição 2012 será “Não seja conduzido, conduza”, que terá objetivo de estimular os participantes a não absorverem passivamente o conteúdo do evento, mas usá-lo como matéria-prima para o desenvolvimento de novos projetos, modelos de negócios e de comunicação.</p>
<p>“Dividimos o evento em três grandes pilares, comportamento, estratégia e tecnologia. A ideia é levar especialistas que abordem com profundidade cada um dos assuntos selecionados. Nosso diferencial é que fazemos questão de convidar palestrantes de alto nível que tragam novas visões e possam oferecer novas experiências que não são contempladas na maioria dos eventos do setor”, finaliza Criativo.</p>
<p>Para mais informações sobre os palestrantes, ingressos, cotas para parceiros e patrocínio, acesse www.mobmob.com.br, siga o twitter (@SMDaySP) ou curta a página do evento no Facebook.com/SMDaySP.</p>
<p><strong>Sobre a MobMob</strong><br />
Nascida em 2009, a MobMob é a startup que criou um modelo de negócios inédito que possibilita que investidores – pessoas físicas ou jurídicas – tornem-se sócias dos eventos. A MobMob tem uma visão diferenciada sobre o futuro da educação corporativa e possui como meta ser o principal player latino-americano de formação de lideranças para a Nova Economia. Atualmente a MobMob realiza eventos internacionais como o TNW Conference Latin America e Social Media Day São Paulo.</p>
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<p>“O Social Media Day São Paulo tem a missão de contribuir para o amadurecimento do mercado nacional de mídias sociais, marketing digital e mobile. Além de conhecer as tendências do setor, quem comparecer ao evento sairá de lá com a cabeça cheia de novas ideias e poderá trocar experiências com profissionais que ditam as tendências do setor. O foco do evento está no uso das mídias sociais, digitais e mobile para gerar resultados tangíveis para as empresas”, comenta Anderson Criativo, sócio-fundador da MobMob.</p>
<p>Realizado pela MobMob desde 2010, o Social Media Day São Paulo teve a maior edição em número de participantes de todo o mundo em 2011. Até o momento os organizadores já confirmaram os primeiros palestrantes da edição 2012, entre eles profissionais renomados como Fabiano Coura, Diretor de Planejamento da R/GA; Andre Matarazzo, Chief Creative Officer da Possible Worldwide São Paulo e Ignácio García, Coordenador das Redes Colaborativas do Fórum de Inovação da FGV/EAESP. A apresentação do evento ficará por conta de Rafael Losso, ex-VJ da MTV e atual Country Manager do Livestream no Brasil.</p>
<p>O tema da edição 2012 será “Não seja conduzido, conduza”, que terá objetivo de estimular os participantes a não absorverem passivamente o conteúdo do evento, mas usá-lo como matéria-prima para o desenvolvimento de novos projetos, modelos de negócios e de comunicação.</p>
<p>“Dividimos o evento em três grandes pilares, comportamento, estratégia e tecnologia. A ideia é levar especialistas que abordem com profundidade cada um dos assuntos selecionados. Nosso diferencial é que fazemos questão de convidar palestrantes de alto nível que tragam novas visões e possam oferecer novas experiências que não são contempladas na maioria dos eventos do setor”, finaliza Criativo.</p>
<p>Para mais informações sobre os palestrantes, ingressos, cotas para parceiros e patrocínio, acesse www.mobmob.com.br, siga o twitter (@SMDaySP) ou curta a página do evento no Facebook.com/SMDaySP.</p>
<p><strong>Sobre a MobMob</strong><br />
Nascida em 2009, a MobMob é a startup que criou um modelo de negócios inédito que possibilita que investidores – pessoas físicas ou jurídicas – tornem-se sócias dos eventos. A MobMob tem uma visão diferenciada sobre o futuro da educação corporativa e possui como meta ser o principal player latino-americano de formação de lideranças para a Nova Economia. Atualmente a MobMob realiza eventos internacionais como o TNW Conference Latin America e Social Media Day São Paulo.</p>
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