Tendo como opção de resposta “homens” ou “mulheres”, pense nas questões: Quem dirige melhor? Quem cozinha melhor? Quem empreende melhor? Quem gerencia melhor? Querido leitor, espero que você não tenha tentado encontrar a resposta correta para essas perguntas.
O universo feminino e o masculino têm, sim, grandes diferenças, mas estas não devem ser julgadas como melhores ou piores. Precisamos parar de encarar o mundo como uma competição constante entre os descendentes de Adão e as filhas de Eva.
Temos nossas diferenças, claro. Os cromossomos XX nos permitem fazer muitas coisas ao mesmo tempo, enquanto os meninos, que carregam o XY, lidam com os números de olhos fechados.
Mas, na gestão de um negócio, aprendemos a superar essas dificuldades genéticas e treinamos nossos pontos mais fracos e/ou trabalhamos em equipe com o sexo oposto, para dividirmos as demandas que sejam mais fáceis para cada um.
Então, queria propor discutirmos menos o sexo dos anjos, dos empreendedores e dos executivos, entendendo essa discussão como página virada e encarando mulheres e homens como seres complementares.
Por que ainda somos tratadas como minoria, mesmo tendo alcançado o índice de 53% no Global Entrepreneurship Monitor?
Chega de espanto! Em pleno século 21, vamos encarar esses índices com naturalidade?
Não queremos mais ser estatística, já somos uma realidade no mercado.
Fernanda Nudelman Trugilho é fundadora do Pto de Contato, espaço de coworking situado em São Paulo.










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